MARGEM
DE LUCRO PONDERÁVEL
EM
RELAÇÃO A CUSTOS OPERACIONAIS
COM
A ASSOCIAÇÃO DE RISCOS
NOS
GRANDES E PEQUENOS PAÍSES
DOS
GRANDES MONOPÓLIOS COMERCIAIS
O debate mais recente no
Brasil, da limitação do uso da internet em razão do uso da franquia contratada,
expõe a necessidade do debate de tratar dos rendimentos de grandes monopólios
comerciais e financeiros, em seus países de origem e a necessária limitação de
rendimentos em mesmo patamares, em países de extensão das atividades negociais.
A
diferença de eventual margem de lucro, está a associada ao risco de
possibilidade de perdas, porque o outro ingrediente que compõe a valoração dos
produtos, os custos operacionais, o diferencial instalado, tem a dimensão de
desprezo para estas linhas.
O
grande diferencial, que expõe o quanto se torna as populações que pagam para
consumir estas riquezas, está concentrado no quanto o investimento reúne de
elementos de riscos de administração por parte dos poderes políticos,
esquecendo a concorrência.
Neste
patamar, devido ao fato de que países menores sempre sofrem com o viés político
na composição de seus preços, sendo este ingrediente contingente inevitável da
administração do capital, que ao par de ser indigesto, se impõe sobre a
existência e manutenção de empresas que não tem socorro ante a forma sub-reptícia
que agem políticos para conceder autorizações ou suprimir sanções indevidas
cobrando valores indevidos na calada da noite.
No
Brasil, com a operação lava jato, tudo que se conseguiu foi elevar a
necessidade do nível de refinamento, por parte de agentes públicos sem
escrúpulos, que passaram a impor embaraços até se sentirem seguros de que
receberão valores indevidos e não serem presos pela polícia, que vem exercendo
papel fundamental, para diminuir sensivelmente esta sintomatologia.
O
problema da corrupção passa pelo nível de autorização associado aos
instrumentos de segurança dos contribuintes de ficarem imunes deste tipo de
interferência.
Instrumentos
legislativos eficazes ainda sequer foram levados a debate pelos poderes
legislativos, executivo e judiciário, preocupados em manter níveis de tamanho
do estado, se esquecem em priorizar os níveis de eficácia, em favor do
desenvolvimento.
A
eficácia administrativa decorre da presença do estado, em suas mais diversas
esferas, nos momentos adequados para evitar que o consumidor e entes públicos
sejam lesados, pela intercorrência das atividades que só fazem por elevar o
risco, se traduzindo em aumento de custos, em prejuízos de tudo e de todos.
Em
verdade, o que faz com que o ladrão não consiga levar o dinheiro do cofre e leva-lo,
é, ter políticas públicas legisladas e impassíveis de não serem burladas, no
instante em que a possibilidade de levar ao caminho errado se torne uma opção,
portanto, antes de ação, o caráter preventivo de desistir do cometimento do
delito, por ficar patente a impossibilidade de sucesso na execução do mal feito.
Para
isto, ninguém pode afirmar que no estado brasileiro, a presença do estado que
evita as fraudes existe de maneira eficaz, já a presença do estado que depois
de descobrir age, em favor de punir, já se faz mais sensível aos olhos da
crítica e comunidade interna e internacional, que não representa segurança para
diminuir a composição do preço com o incremento do risco, que continua a
existir como possibilidade de prática.
Ou
seja, qualquer gestor privado ou público externo, para ingressar em outro país
tem que associar sua análise de risco ao fator de como se comportará seu
capital, se depender de autorização para liberação ou continuidade ou sanção
que não se mostra devida por agente público corrupto.
No
Brasil, tal como em economias menores, o componente risco de modo a tornar o
preço inigualavelmente maior que em economias maiores, tal como no exemplo do
custo da internet de grandes empresas de telefonia, que tem margem de lucros muito
maiores no Brasil, do que em economias menores, e, o Governo não pode cobrar a
diminuição de custos, por conta de que a planilha comparada, sequer é
enxergada, em todos os seus componentes.
A
preocupação da classe política, de buscar levar em consideração a tentativa de
burla ao direito de consumidor de reduzir o tráfego em relação ao consumo do
pacote, não guarda a discussão do debate que é mais necessário, como poder
cobrar destas empresas que demonstrem que tem custos de risco associados, se
estes valores são pertinentes a contabilidades indiretas que a caro custo são
descobertos.
Não
estou defendendo a corrupção, estou defendendo o consumidor, a partir da lógica
que a segurança ao investidor, a partir da eliminação do risco, seja o instrumento
de cobrança para o consumidor de preço justo comparado com outras nações mais
desenvolvidas.
O
Brasil e economia menores, podem e devem vencer a batalha contra este tipo de
custo para poder cobrar o valor comparado como margem de lucro ponderável que
se traduzirá sem serviços bem prestados a custo justo, não os ora praticados.
Os serviços
básicos de grandes potências de internet são de oferta de pacotes de 125 megas,
enquanto o Brasil luta com pacotes de 15 para assistir a imensa maioria da
população.
Afinal,
o que importa ter esta diferença de prestação de serviços? Importa dizer que a
internet melhor, através de equipamentos mais modernos, pode propiciar a
faculdade de descoberta de usos adicionais ao sistema com novas maneiras de se
posicionar, na área de atendimentos médicos, de engenharia, transportes e
outros.
Para
se ter uma ideia hoje este escritor era para estar sendo operado de problema no
coração, mas como não tive dos prestadores de serviços a velocidade que
poderiam chegar. Não tive acesso ao procedimento cardíaco que tinha urgência de
ser prestado.
Sei
que vou resolver na semana que vem, mas passo a correr risco de vida
desnecessário, é não posso atribui culpa a ninguém, em causa, para haver maior
celeridade, está, inclusive, questões de internet de prestação de serviços na
área médica que não são priorizados, e, falo isto não em meu favor, mas, a toda
população que vive a margem de serviços mal prestados, por não saber qual o
real sentido financeiro, e, principalmente como resolvê-lo.
Tenho
certeza e firme convicção que se a população se inteirar melhor de todos os
ingredientes em causa, defenderam seus direitos, do estados e fornecedores
econômicos, desde que em medida aceitável. Tendo a população a favor de reduzir
valores intermediários, que antes esta desconhecia, empresários terão o fator
político favorável, para exigir do estado mudança em favor do regime preventivo
de fiscalização e ação do estado, garantindo que as empresas saibam que não vão
ter nenhuma surpresa de exigência indevida de cobrança no curso da sua rotina
diária.
Ou
seja, se for transportado para as demais áreas de consumo de conhecimento além
da internet, a diminuição de custos poderá fazer com que o maior proveito do
valor economizado, trará a garantia de menor empobrecimento da população, o
valor desviado em custos indevidos, se traduz em benefício geral.
Assim,
o ponto central, para chamar a mesa grandes empresas na recomposição da
economia, é eliminar que na composição dos preços, haja o custo associado do
risco, por falta de políticas públicas preventivas para evitar que a economia
tenha seu andamento normal e saudável.
A questão
não se identifica unicamente na questão de garantia de eliminação da
possibilidade de ações de risco indevido, mas de garantir, na mesma medida, que
o capital indevidamente ameaçado tenha instrumento adequados e eficazes de
fazer com que estes riscos não contaminem o processo produtivo e de circulação
de riquezas.
Não
se pode aceitar que chamem a mesa produtores de riquezas e consumidores, sem
que o meio se mostre adequado na eliminação de impurezas que não possibilite se
chegar a acordo de novos patamares de prestações de serviços, fornecimento de
produtos e valores financeiros.
O
parque produtivo instalado associado ao que pode vir se instalar em países
menores, deve estar preparado para servir e ser servido nos mesmos moldes de
economias de primeiro mundo.
Na
composição dos elementos da precificação, surge como necessário e fundamental,
para transformar os meios hábeis de se sentarem à mesa, duas garantias
fundamentais, de que preços e processos produtivos sejam controlados
preventivamente, e, que o meio pelo qual os riscos normais sejam condicionados
a serem previamente segurados, com a garantia de pagamento imediato pela ocorrência
de referidos riscos.
Não é
difícil agir e ter resultados, e, sem agir, o caos é eminente, não há tempo a
perder, o que se perder é a empáfia, o que se pode e deve ganhar é em
humildade, paciência, compreensão dos argumentos de todos os envolvidos, e,
reunindo os elementos em causa, discernir o certo do errado, chegando ao bom
senso da decisão equidistante e que a todos alcance, todos perdem, mas sem
dúvida, todos ganham muito mais, o saldo será sempre positivo
HÉLIO BARRETO DOS SANTOS
FILHO
Nenhum comentário:
Postar um comentário